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08/08/2016 15h28
SÉRIE SOBRE A HISTÓRIA DO "ÁGUAS VIRTUOSAS F.C."

Abaixo um resumo da série sobre a A HISTÓRIA DO ÁGUAS VIRTUOSAS F. C, que vimos publicando no GUIMAGUINHAS.

Confira.


A Série

Posts já publicados

  1. Fundação do clube - aqui
  2. O Jockey Clube - aqui
  3. Amistosos das Décadas de 1920/30/40 - aqui
  4. A Taça Guaraína - 1a. Parte - (1941) - aqui
  5. Campo do A.V.F.C. - aqui
  6. O Estádio do A.V.F.C. aqui
  7. O orgulho esportivo do Sul de Minas (aqui)

Continuidade da Série

A série SUBSÍDIOS PARA A HISTÓRIA DO ÁGUAS VIRTUOSAS F. C. prosseguirá com os seguintes títulos:


Em preparo: Taça Guaraína - 1941- 2a. parte


Em preparo: Sócios


Em preparo: Diretorias


Referências

Nota: Esta série SUBSÍDIOS PARA A HISTÓRIA DO ÁGUAS VIRTUOSAS F.C. foi elaborada com base em livros, atas, correspondências e outros documentos existentes nos arquivos do clube.


 


Publicado por Guimaguinhas em 08/08/2016 às 15h28
Esta obra está licenciada sob uma Licença Creative Commons. Você pode copiar, distribuir, exibir, executar, desde que seja dado crédito ao autor original. Você não pode fazer uso comercial desta obra. Você não pode criar obras derivadas.
 
29/07/2016 08h52
MEMÓRIAS DE AGUINHAS - Fotografias clássicas da captação das Águas Virtuosas de Lambary

Ilustração: Camera The Sanderson Tropical (1904) - Fonte: http://www.albertodesampaio.com.br/


SUMÁRIO


Introdução

Já publicamos dois posts sobre João Gomes D'Almeida (que foi sucedido por seu filho João Gomes de Almeida Filho), o primeiro fotógrafo de Aguinhas. (aqui) e (aqui)

Hoje, vamos recordar fotografias clássicas da captação das águas minerais de nossa cidade, pertencentes ao acervo desse grande fotógrafo.

Vamos lá.

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Separação e captação das Águas Virtuosas de Lambary

Já contamos como se deu a separação e captação de nossas águas minerais, em 1905, pela equipe do engenheiro Benjamin Jacob (aqui).

Pois bem, todo aquele trabalho foi feito pela equipe de Benjamin Jacob, mas as fotograficas foram tiradas por João Gomes de D'Almeida.

Confiram abaixo essas fotos clássicas e "chapas fotográficas", feitas de vidro, pertencente ao acervo do primeiro fotógrafo de Águas Virtuosas.

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Chapa fotográfica de vidro

O uso chapa fotográfica de vidro é atribuída ao francês Antoine Antoine Hercule Florence, que, após vários experimentos — que incluíram até o uso de urina para fixar imagens —, desenvolveu uma chapa de vidro tratada quimicamente (chamada placa seca), que capturava a imagem e depois podia passá-la para o papel. (aqui). 

Esse processo facilitou a expansão da fotografia, mas exigia uma máquina fotográfica especial e uma maleta para transporte dos negativos de vidro. (aqui)


Duas centenárias chapas fotográficas em negativo, feitas de vidro, da captação das águas de Lambari, pertencente ao acervo de João Gomes D'Almeida

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Fotos clássicas da captação das águas de Lambari


 

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Referências

  • Museu Américo Werneck
  • http://mundoestranho.abril.com.br/
  • http://www.albertodesampaio.com.br/

Nota: Agradecemos a colaboração da sra. Luíza Silvestrini da Cruz, neta de João Gomes d'Almeida e sobrinha de João Gomes de Almeida Filho, pelas informações prestadas e cessão das fotos utilizadas neste post.

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Publicado por Guimaguinhas em 29/07/2016 às 08h52
Esta obra está licenciada sob uma Licença Creative Commons. Você pode copiar, distribuir, exibir, executar, desde que seja dado crédito ao autor original. Você não pode fazer uso comercial desta obra. Você não pode criar obras derivadas.
 
18/07/2016 17h59
MEMÓRIAS DE AGUINHAS - Uma noite elegante no HOTEL MELLO, em 1903

SUMÁRIO


Introdução

Já contamos no GUIMAGUINHAS que o HOTEL MELLO, de Lambari, MG, foi fundado em fins do Século XIX, e em 1938 foi transformado no HOTEL IMPERIAL (aqui).

Pois bem, hoje vamos recordar um sarau ocorrido nesse hotel, em 1903, com o luxo e a pompa daqueles anos antigos, do qual participaram personalidades de então, como Américo Werneck e família, Barão de Paranapiacaba, o acadêmico Raphael Cantinho Filho e o Dr. João Bráulio Moinhos de Vilhena.

Vamos lá.

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O evento

Sarau, como se sabe, é uma reunião noturna, de caráter musical ou literário. Pois bem, houve um desses, numa noite fria de maio de 1903, no Hotel Mello, em Águas Virtuosas do Lambary, dedicado ao Barão de Paranapiacaba e sua mulher.

 O Barão de Paranapiacaba (dr. João Cardoso de Menezes e Sousa) nasceu em Santos, SP, a 25 de abril de 1827. Foi advogado, poeta, professor, deputado e tradutor de obras clássicas do inglês, francês, italiano, grego, latim e hebraico, entre elas: A marmita, de Mário Accio Plauto; Oscar d'Alva, de Byron; Jocelyn, O christão moribundo, A lâmpada do templo, Leonor e Rodolpho, de Lamartine; O primeiro livro de fábulas, Os companheiros de Ulysses e O segundo livro de fábulas, de La Fontaine; Masepa e corsário, Giaour, de Byron; Prometheu, de Eschylus; Antigone, de Sófocles; Alceste, de Eurípedes; e Nuvens, de Aristófanes.

Sua última obra foi Poesias e prosas selectas, de 1910, com prefácio de Quintino Bocayuva. Faleceu este ilustre santista a 2 de fevereiro de 1915, no Rio de Janeiro, com a avançada idade de 88 anos. (aqui). 

O evento, narrado com detalhes pelo jornal Correio Paulistano, do dia 1o. de maio de 1903, teve extenso programa: declamação de poesias, monólogos, cançonetas e concertos de piano.


Recordando

Parte do encanto daquela distante noite de maio de 1903 é possível relembrarmos hoje, com outros personagens. Confiram:

  • Ignês de Castro, poesia de Bocage (aqui)
  • A Lágrima, poema de Guerra Junqueiro (aqui)
  • La Bohème, canto, de Puccini (aqui)
  • Nacturae, Jules Schulloff, para piano (aqui)

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Salão de jantar Hotel Mello, Lambari, MG

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Nota

 Rafhael Cantinho Filho nasceu em em Piracicaba, SP, e foi um dos jovens bacharéis recrutados por Washington Luís, em 1906, para formar a policia de carreira, em São Paulo. Galgou todos os postos da carreira e foi chefe do Gabinete de 1925 a1927. Pertenceu à Academia de Ciências, Artes e Letras dos Delegados de Polícia do Estado de São Paulo.

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Referências

  • Jornal Correio Paulistano, edição de 1o. de maio de 1903.
  • http://www.novomilenio.inf.br/
  • Youtube
  • http://memoria.bn.br
  • Museu Américo Werneck

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Publicado por Guimaguinhas em 18/07/2016 às 17h59
Esta obra está licenciada sob uma Licença Creative Commons. Você pode copiar, distribuir, exibir, executar, desde que seja dado crédito ao autor original. Você não pode fazer uso comercial desta obra. Você não pode criar obras derivadas.
 
10/07/2016 08h15
AS ÁGUAS VIRTUOSAS DE LAMBARY (1)- Análises e propagandas das Águas Virtuosas - Índice da Série

Ilustração: Propaganda das Águas de Lambary (Fonte: Jornal O Democrata, Conselheiro Lafaiete, 1923


SUMÁRIO


Introdução

Como já narramos aqui,  em 1872, o Dr. Eustáquio Garção Stockler fixou residência na então povoação das Águas, e durante os anos de 1884 e 1885 realizou intensa propaganda acerca das virtudes da água, criando para isso um periódico quinzenal intitulado Águas Virtuosas. (aqui) (aqui).

Por essa época, as Águas Virtuosas de Lambary já haviam sido objeto de análises oficiais e já eram conhecidas de alguns poucos.

Mas neste post veremos que já existiam análises e propagandas anteriores a essa época, bem como vamos recordar a grande contribuição que Garção Stockler deu à divulgação da estância e de suas águas virtuosas.

E como este post, iniciamos a Série ÁGUAS VIRTUOSAS DE LAMBARY, cujo índice pode ser visto aqui.

Vamos lá.


  

Águas Virtuosas, centro da vila - meados Século XIX

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Análise das Águas Virtuosas

A primeira análise das águas, oficialmente feita, deve-se aos doutores Agostinho José de Souza Lima, José Borges da Costa e Ezequiel Correia dos Santos, executada em 1872, conforme consta das conhecidas obras de Armindo Martins e José Nicolau Mileo. [1]  [2]

Mas em 1825, o português José Ignácio Midões, físico-mor e bacharel em medicina, elaborou um ensaio analítico, que foi divulgado no jornal O Universal, de Ouro Preto, então capital do Estado, na edição de 7 de novembro daquele ano. 

Confira a seguir.


Um ensaio analítico das águas virtuosas feito em 1825



 

Pavilhão protetor do poço da água (1865) [3]

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A propaganda das Águas Virtuosas de Lambary

Em 1843, o Jornal do Comércio trazia a propaganda de nossas águas, então ditas água virtuosa da Campanha. Confira:

Fonte: Jornal do Comércio, 5, dez, 1843

Fonte: Jornal do Comércio, 30, out, 1840

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O periódico "Águas Virtuosas"

Em 1883, é lançado o jornal Águas Virtuosas, editado pelos médicos Garção Stockler e João Bráulio Moinhos Vilhena, visando à divulgação da estância e das águas de Lambary:

Fonte: O Arauto , S. J. D'El Rey, de 1883

Fonte: 17º Distrito, Diamantina, MG, de 11, set, 1885

Fonte: O Correio, Barbacena, MG, 20, jun, 1886


Na mesma época, propaganda sobre a estância de Lambary e as propriedades terapêuticas das águas minerais virtuosas aparecem em vários jornais de Minas Gerais e do Rio e São Paulo.


Fonte: O Arauto (S. J. D'El Rey), de 14, mai, 1885

Fonte: Jornal do Comercio, 16, abr, 1893

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Índice da Série

Com este post, iniciamos a Série ÁGUAS VIRTUOSAS DE LAMBARY, cujo índice vai a seguir:

  1. Análises e propagandas das Águas Virtuosas - este post
  2. José Nicolau Mileo e os estudos sobre as águas minerais de Lambari - aqui
  3. As "águas santas" e o culto a N. S. da Saúde - aqui
  4. Antigos manuais de medicina popular - aqui

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Referências

[1] MARTINS, Armindo. Lambari - A cidade das Águas Virtuosas. 1a. edição, 1949, pág. 45.

[2] MILÉO, José Nicolau. A água mineral de Lambari. Cruzeiro, SP : Grafica Liberdade, 3a. edição, 1968, págs. 45/51.

  • Jornal O Arauto, São João D'El Rey, números citados
  • Jornal O Correio, Barbacena, número citado
  • Jornal do Comércio, números citados
  • http://memoria.bn.br/
  • http://100anosdecambuquira.blogspot.com.br/.

​Veja bibliografia sobre Águas Virtuosas do Lambary (aqui)

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Publicado por Guimaguinhas em 10/07/2016 às 08h15
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04/07/2016 13h42
MEMÓRIAS DE AGUINHAS - Um filme épico com locações em Lambari

Ilustração: Cena do filme Nos tempos de Tibério César,  gravada no Cassino de Lambari, nos anos 1950.


SUMÁRIO


Apresentação

Nos anos 1950, foram rodadas em Lambari algumas cenas do filme Nos tempos de Tibério César, produzido pela companhia Irmãos Brescia e dirigido por Ettore Brescia, filho de Luís Renato Brescia (1903 – 1988).

As locações principais se deram em Três Corações. Houve locações, também, em Cambuquira e Campanha. Em Lambari, elas foram feitas no Cassino, no Parque Novo e na Igreja Matriz.

Vamos recordar um pouco dessa história.


Fonte: http://www.bcc.org.br/


ELENCO

  • Freitas, Shirley (Pompéia)
  • Amaral, Márcio (Petrônio)
  • Rezende, Simeão (Horácio)
  • Brescia, Arnaldo (Marcelo)
  • Sena, Walter (Senador Gálio)
  • Prado, Neuza (Lídia)
  • Naback, Júlia B. (Tércia)
  • Fonseca, Sebastião (Deltério)
  • Branquinho, Manoel P. (Demétrio)
  • Neder, Daniel (Pregador Saulo)
  • Lemos, Aloar R. (Afrânio)

Fonte: http://cinemateca.gov.br/

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O filme

O filme passa-se em Roma, no ano 35, quando da perseguição aos cristãos, que eram sacrificados nos circos. Nesse pano de fundo, ocorre a paixão do legionário Horácio por Pompeia, sua prima e filha do senador Gálio. Essa, no entanto, ama o centurião Petrônio. Há uma luta de morte entre Horácio e Petrônio, e Petrônio sai ferido, mas recupera-se nos braços de Pompeia, e ambos descobrem que são cristãos. E percebem, então, que o Cristianismo começara a penetrar nos palácios dos Césares.


Revista Fon Fon n. 2590, de 24, nov, 1956


Luís Renato Brescia se interessou por cinema pelos idos de 1921 e foi a Milão estudar cinema e química fotográfica. Nos anos 1940, montou um estúdio fotográfico, com o qual produziu curtas, como a série “Mostrando Minas ao Brasil”, composto por títulos como “Lambari”, “Cambuquira”, “Cultura do Marmelo”, “Centenário de Pouso Alegre”, “Varginha”, entre outros.

À época de Tibério César, Brescia era funcionário público, residia em Três Corações e filmava nos fins de semana. Seu filme foi produzido com parcos recursos e diversas improvisações — soldados da ESA, de Três Corações, figuraram como centuriões, legiões romanas marcharam pelas estradas de Cambuquira, o acesso ao Palácio Romano se dava pela escadaria da Igreja Matriz de Lambari...

A película foi revelada, copiada e sonorizada no laboratório do próprio Brescia, de onde saíram 5 cópias, hoje desaparecidas. Anos depois, o filme foi relançado numa versão reduzida, com o nome de “Os Centuriões Rivais”. 


Fonte: Revista Vida Doméstica, out/1956

Uma cena filmada nas escadarias da Igreja Matriz de N. S. Saúde (Fonte: canibuk.wordpress.com)


Outras informações sobre o filme

  • Veja mais fotos do filme (aqui)
  • Veja informações técnicas sobre o filme (aqui)

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Veja também

  • Antigos vídeos sobre Aguinhas (aqui)
  • Aguinhas e o cinema (aqui)
  • A Seleção de 66 em Aguinhas (aqui)

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Referências

  • Museu Américo Werneck
  • Revista Fon Fon (RJ), n. 2590, de 1956
  • http://www.bcc.org.br/
  • http://cinemateca.gov.br/
  • https://canibuk.wordpress.com
  • Revista Vida Doméstica, out/1956
  • bndigital.bn.br

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Publicado por Guimaguinhas em 04/07/2016 às 13h42
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