Ilustração: Figura estilizada de foto de cadernetas de anotações de minha mulher CELESTE KRAUSS (feita por IA/CoPilot)
Iniciamos hoje a série Memórias de Celeste Krauss, com a qual pretendemos resgatar anotações dessa autora, como planos, memórias familiares, histórias e brincadeiras dos netos, que ela deixou registrados em diversos cadernos/cadernetas e dispositivos de informações digitais.
Entre essas notas, estão esboços/rascunhos de causos familiares e histórias inventadas/recriadas que Celeste contava aos netos, que vamos editar com carinho, mais à frente.
Neste post número 1 da série vamos falar sobre as Cadernetas de anotações de CELESTE KRAUSS.
Vamos lá!
CELESTE KRAUSS trabalhou desde menina — ajudando nos trabalhos da casa, auxiliando nas costuras da mãe, faxinando casas de parentes e de gente conhecida — e assim se viu sempre ocupada com muitas tarefas/atividades/compromissos e pouco tempo teve para desenvolver suas escrituras [*].
[*] A palavra escritura aqui é tomada no sentido amplo de ato/estilo de escrever e se expressar literariamente.
Criou quatro meninos (mais uma filha adotiva), trabalhou com contabilidade, gerenciou empresas, fez curso técnico, faculdade e pós-graduação a noite, assumiu funções em cargos públicos, viajou intensamente a serviço, deu atenção aos seus e aos meus familiares, foi ouvido ponderado para colegas e amigos, participou de atividades assistenciais em casas espíritas — e adorava cuidar dos filhos, cozinhar e organizar festas para a família, viajar, ler/contar/encenar histórias e divertir os netos.
Tinha assim compromissos de toda ordem — filhos, netos, família, assuntos domésticos, estudo, trabalho, voluntariado...
Com tantas atividades, Celeste ia anotando de tudo em suas cadernetas: — receitas, telefones, ideias, recados, horários de consultas, lembretes de aniversários, compromissos, planos, esboços de memórias familiares, histórias e brincadeiras dos netos...
Pode parecer um sistema caótico, mas sabemos que pessoas inteligentes criam seus próprios métodos de organização pessoal e funcional.
E Celeste Krauss era assim!
Desse modo, para escrever essas Memórias de Celeste Krauss fui revendo anotações (algumas datilografadas), áudios, mensagens eletrônicas, ordenando datas, organizando logicamente suas ideias, rememorando nossas conversas, desenvolvendo seu pensamento.
AMOSTRAS DAS CADERNETAS E NOTAS

Cadernos e cadernetas às dúzias...






Anotações de ideias, planos e brincadeiras dos netos...



Carinho das amigas e atividades do voluntariado espírita

Recortes de personagens inspiradores
Versão datilogafada do conto infantojuvenil O galo e a coruja cupinzeira (que foi editado em 2013)