Ilustração: A menina Celeste Krauss segura a maior piaba do Rio Mumbuca, fisgada por ela, com inestimável ajuda do Vô Salles. O boné remete à RMV - Rede Mineira de Viação, empresa na qual o ferroviário Joaquim Salles trabalhou por longos anos.
A história de MARIA BELA foi narrada no formato de um “diário de menina”, com a personagem contando sua história na primeira pessoa, ao seu modo, isto é: de forma alegre, dinâmica, numa linguagem cheia de sentenças terminantes, ditos curiosos e frases e expressões costuradas por hifens, muitos deles correntes na língua e outros criados por ela mesma...
(A construção da personagem MARIA BELA - POR CELESTE KRAUSS – SITE GUIMAGÜINHAS)
CELESTE KRAUSS anotou que ouviu muitas e muitas histórias — algumas delas "assombrosas" — contadas por seus pais e avós, além de ter o legado da narradora AMÉRICA KRAUSS — grande referência das Oraturas da Serra da Mantiqueira e Bacia do Rio Grande — e a tradição dos saraus de contação de histórias que se davam na casa do PAI LAVO (seu avô paterno, OLAVO CABRAL KRAUSS, filho de AMÉRICA), e foi influenciada também pelas cantorias e declamações da “tia” MARLUCE KRAUSS.
E assim também tinha gratas memórias da Estação Ferroviária e da Granja da Volta do Lago, onde morou com seus pais, e ouvia histórias contadas pelos avós maternos — Joaquim Salles e Emília Bispo — e também por tios e tias-avós, como BINGA, com suas memórias são-gonçalenses, e EGÍDIO, com lembranças e histórias de viajantes da linha de trem da Rede Mineira Viação (RMV), empresa na qual trabalharam diversos membros da família SALLES.
E as histórias e causos da família SALLES & KRAUSS também entravam nessas tertúlias:
A maior piaba do Rio Mumbuca que vô Salles pescou — A cobra que comia os pintinhos da granja, que vô Salles pegou no laço — A charrete que o condutor Nélson enfiou lago adentro — A carne de cachorro que Pai Lavo consumia por carne de cabrito — A lata de "falsas sardinhas" que Pai Lavo lacrou, botou pra curtir e que explodiu — O bar da tia Binga e a história do sindicalista cachaceiro na greve da Vigor — A histórias de estranhos viajantes de trem, contadas pelo tio Egídio — e outras mais...
MARIA BELA conta as histórias de CELESTE KRAUSS
Essas histórias foram contadas e recontadas por CELESTE KRAUSS em reuniões familiares na CASA GORDA e ela pretendia um dia publicá-las numa série em que a narradora fosse Maria Bela — a personagem de que falamos no livro Eu sou Maria Bela, de autoria de Celeste Krauss, editado por mim.

Fonte: Postagem de 11/08/2026 aqui: https://www.facebook.com/antoniocarlos.guimaraes.1675/
Pois bem, com base nas anotações/rascunhos/esquemas/roteiros/orientações deixados por Celeste Krauss, pretendemos dar forma literária a essas histórias familiares dos SALLES & KRAUSS nesta série intitulada Maria Bela conta histórias de Celeste Krauss.
Vamos começar com a história da maior-piaba-do-Rio-Mumbuca.
Vamos lá!
Celeste Krauss & Guima
Esta história A MAIOR PIABA DO RIO MUMBUCA faz parte da Coletânea MARIA BELA CONTA AS HISTÓRIAS DE CELESTE KRAUSS.
O e-book gratuito pode ser baixado aqui no site GUIMAGÜINHAS.
Confira outras informações:



E assim começa esta história...










Como a maior-piaba-do-Rio-Mumbuca não é história de pescador, a que se conta abaixo também não é.
Confira o caso do maior-peixe-pescado-na-barragem-do-Rio-Mumbuca:


CELESTE KRAUSS – A MENINA QUE APRENDEU CONTAR, INVENTAR E ENCENAR HISTÓRIAS
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PARA SABER MAIS SOBRE CELESTE KRAUSS
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Ilustrações feitas com IA/CoPilot




