Ilustração: Capa do e-book HISTORINHAS DO MEU POVO MÍUDO - Rafa e Léo em Beagá - por CELESTE KRAUSS
Como já dissemos em outro post deste site GUIMAGÜINHAS
CELESTE KRAUSS tem alguns livros ainda inéditos, dentre eles a Coletânea
Como referido também aqui:
dissemos que pretendíamos
Entre essas notas, estão esboços/rascunhos de causos familiares e histórias inventadas/recriadas que Celeste contava aos netos...
com o objetivo de editá-las mais à frente.
Pois bem, hoje estamos lançando o Vol. II da
cujos lances se baseiam nas passagens dos netos gêmeos Léo e Rafa por Beagá, cidade em que moramos por mais de 10 anos.
Vamos lá saber mais sobre esse livro intitulado LÉO E RAFA EM BEAGÁ, que narra, fazendo uso de ilustrações, quadrinhos e referências à poesia da lambariense HENRIQUETA LISBOA, a visita de LÉO e RAFA à casa de seus avós em Belo Horizonte e os passeios que fizeram na companhia da Vó Celeste, que foi lhes contando parte da rica história de nossa capital.
Em frente!
Se eu não estiver mais aqui, o que não pude escrever ou concluir, você termine do meu jeito! Linguagem simples e clara, sem usar aquela “velharia de termos” que você gosta!
(RECADO DA VÓ CELESTE PARA O VÔ GUIMÃO)
Vó Celeste adorava contar histórias e causos pros miúdos da família.
Contadeira, inventeira e encenadeira de histórias e acontecidos — ela nasceu pra fazer isso na sua missão de avó de 8 netos.
Sorte deles que aproveitavam cada pedacinho do tempo desta vó tão dedicada aos miúdos da família KRAUSS/GUIMARÃES.
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Uma noite, nos jardins da Casa Gorda, Celeste sentou-se com os netinhos e seus amigos diante de uma fogueira para contar histórias de viagens da dupla Rafa e Léo, os netos mais velhos. — Eles foram sozinhos visitar você em Beagá, vovó!? — Sim! Tia Flávia e tio Guiminha puseram Rafa e Léo no avião em Brasília e eles foram parar em Beagá! — Mas vovó foi pegá-los no aeroporto! — ela disse. — E fizemos belos passeios pela cidade, denominada “Coração de Minas”. — Ah, e ainda fomos assistir a um jogão de bola: GALO X FLAMENGO! — Vamos lá! E começou a contar... |
Algumas fotos que não só inspiraram como ilustraram este livrinho:

Celeste na escadaria estilizada do Hotel Íbis, em Beagá

Léo e Rafa na entrada do antigo prédio da Secretaria de Fazenda de MG

Léo e Rafa na entrada do Memorial Minas Gerais Vale – Praça da Liberdade

Léo e Rafa no Solar Guimarães, na Rua João Pinheiro, onde foi construído o Hotel Íbis

Flávia, Rafael e Leonardo (este de camisa do Flamengo) – Jogo em Brasília (DF)
Alguns trechos do livro:

Vó Celeste, Rafa e Léo visitando a estátua de Henriqueta Lisboa - Savassi/Belo Horizonte

Léo e Rafa visitando o Solar Guimarães - na avenida João Pinheiro, Belo Horizonte

Aqui: https://www.recantodasletras.com.br/arquivos/8652021.pdf
Ilustração: Vó Celesta é a maneira pela qual a neta Rafaela (Rafa, a de vestido branco, abraçada à avó) tratava a vó, quando, a seu modo, queria dar ordens ou frisar alguma "coisa importante" numa conversa com Celeste. E a expressão satírica pegou — e toda a família passou a tratá-la desse modo. [Na foto, Celeste e os oito netos. Última festa de aniversário em 23/12/2024]
Faz hoje 16 meses da partida da Vó Celesta — como carinhosamente a chamávamos todos nós, depois que a Rafa "aprontou" com ela, como se recorda no tópico
ao final deste post.
E vamos recordar a Vó Celesta trazendo à memória
Vamos lá!
PEQUENAS LEMBRANÇAS FAMILIARES
Colhidas aqui e ali, algumas lembranças de Celeste:

Do filho, Guima Jr./Instagram (Guiminha), no seu falecimento

Papo sobre a bolsa de ostomia, da qual Flávia e Guiminha cuidavam com carinho

Na UTI/Oncológica, um mês antes de sua passagem, o filho José lembrou-a do recadastramento na Secretaria de Fazenda/MG, da qual foi servidora

Durante os anos de 2023/24 que passamos em Brasília, Carlo Emílio/Vivi cuidaram de nossas refeições...
Essa msg foi no dia 11/01/2025, e somente eu fui jantar, pois ela não estava se sentindo bem... No dia seguinte — 12/01/2025— foi internada, com dores abdominais, e veio a falecer dias depois (03/02/2025)


Da nora, Viviane, sobre a avó dedicada

Dos netos Rafa e Léo, sobre seu livro predileto (Grande Sertão: Veredas - G. Rosa)

Conversa com o neto Rafael, que havia passado no vestibular da UnB

Papo com Paula/Rafa, agradecendo o presente que a neta havia mandado


Recadinhos e lembranças dos miúdos, na porta do quarto da Vovó


Maria Elisa e Cecília: obras de arte para a vovó Celesta
FESTA DE ANIVERSÁRIO E DESPEDIDA
Dia 23 de dezembro de 2024 — festa de aniversário e despedida...
Da festa de aniversário todos sabíamos, da despedida, somente ela sabia...
Na verdade, no começo de novembro de 2024, os exames não foram bons, os marcadores subiram, ocasionando uma mudança de protocolo de tratamento.
Foi introduzida uma medicação oral, que teve de ser reduzida, à vista de forte reação que provocou.
Assim, dezembro de 2024 foi um mês de expectativas e longa espera, pois ela queria viajar os mil quilômetros que separam Brasília de Lambari — passar aniversário em sua casa, perto da mãe e demais familiares era um sonho!
Por outro lado, seu estado geral recomendava cuidados e havia uma quimio marcada para o final do mês..

A caderneta de Celeste, com letra castigada pela neuropatia. Conversa com dr. Bruno (oncologista) em 20 dezembro de 2024... Dores, incômodos, regime, eficácia da medicação... E a viagem a Lambari
Veja: Gratidão aos que cuidaram da Celeste - https://guimaguinhas.prosaeverso.net/blog.php?idb=67982
No dia da penúltima aplicação que tomou — 20 de dezembro —, seu oncologista anuiu que viajasse para as festas, sob certas condições — estar se sentindo bem, manter medicação, regime e exercícios, etc. — , pois cuidar do emocional é também tratar a doença — ele disse —, com o compromisso de voltar sem falta no comecinho de janeiro, para retomar o tratamento.
Confiante de que poderia viajar, ela já havia comprado presentes para familiares de Lambari e encomendado uma peruca — ela nunca se preocupara com isso, mas desta feita queria sentir-se bonita e elegante, como realmente ficou.
No dia seguinte, percorreu o Sudoeste (bairro de Brasília, onde morávamos), de Norte a Sul, a pé, enganchada em meu braço, à cata de presentes para os netos...
Comprou almofadas e um colchão especial para acomodar-se durante a viagem, que fizemos em duas etapas de 500 quilômetros.
Ela chegou animada à Casa Gorda para comemorar seu aniversário: organizou a festa, enfeitou o salão com a ajuda das noras, encomendou bolos, salgados e bebidas, convidou amigos e familiares, tirou dezenas e dezenas de fotos...
Sem que ninguém soubesse, havia contratado uma fotógrafa... Ela pressentia que talvez fosse sua última festa, como de fato foi.
Retornamos a Brasília no comecinho de janeiro de 2025, fizemos exame de sangue no dia 6 e ela tomou a quimio no dia seguinte.
No dia 12 de janeiro — um domingo, 22h — tivemos de interná-la em face de dores agudas na região abdominal.
Tratava-se de uma obstrução no intestino — e desta feita não havia mais recursos cirúrgicos (ela já passara por três cirurgias).
Seu estado era grave e foi transferida para a UTI oncológica do Hospital Santa Luzia.
E a doença avançou inexorável!
Celeste desencarnou serenamente às 22h50 do dia 3 de fevereiro de 2025.
Missão cumprida aqui entre nós — outras tarefas certamente a aguardavam no outro lado da Vida!

Algumas fotos de Celeste Krauss e familiares, no dia do aniversário: 23 de dezembro de 2024.
Bonita, elegante, feliz — assim se despediu dos familiares e amigos!
(*) Fotógrafa Júlia Biaso

Celeste Emília Krauss Guimarães (23/12/1955 - 03/02/2025)

Celeste e Guima

Celeste e filhos: Guima Jr., José, Carlo e Alan

Celeste, Guima, Alan, José, Carlo e Guima Jr.

Celeste e noras: Carol, Paula, Viviane e Flávia
Vó Celeste e seus netos: Rafael, Maria, Guga, Rafa, Cecília, Paulo, Isabela e Léo

Vovó e as meninas

Vovó e os meninos

A Família Krauss/Guimarães
UM TEXTO QUE RESUME O SENTIMENTO DA FAMÍLIA GUIMARÃES
O texto a seguir, escrito pela nora Carol Perez Guimarães, resume bem o que foi Celeste Krauss para os seus familiares.
Cozinhar, viajar, festejar, contar histórias, brincar, soltar fogos, ouvir, acarinhar, incentivar — características da mãe, sogra, avó...
Em todos os netos, deu os primeiros banhos, cuidou dos umbigos — e assim também os ninou, acalantou e festejou o primeiro dentinho...
Com todos brincou feito criança! A todos contou histórias e ensinou a orar...
Para todos fez comidas prediletas e outros gostinhos que só avós sabem fazer!
Quanto aos filhos e noras, sempre lhes deu carinho, atenção, apoio, aconselhamento!
Para mim foi musa inspiradora, mão auxiliadora, porto seguro, para tudo aquilo que realizamos na vida!
Paciência, resignação, resiliência em face da doença insidiosa, outro marca de seu espírito!

RECORDAÇÕES DA VÓ CELESTA NO SITE GUIMAGÜINHAS
Diversas facetas da Vó Celesta estão contadas nas memórias familiares que registramos aqui no site GUIMAGÜINHAS.
Confira a seguir:

Fonte: https://guimaguinhas.prosaeverso.net/blog.php?idb=69499#CAD
Lá pelos 5 anos, nossa espevitada Rafaela — tratada por Rafa— aprontou com a vovó Celeste — como se conta abaixo — e desde então os netos a chamam de Vó Celesta.
Confira a história:


Ilustração: Capa do livro HISTORINHAS DO MEU POVO MIÚDO - Os monstros galáticos - por CELESTE KRAUSS - Edições Guimagüinhas, 2026 - [Figura representando a Vó Celeste Krauss, no jardim da Casa Gorda, contando histórias aos netos e seus amiguinhos reunidos em torno de uma fogueira. Por IA/CoPilot]
Como já dissemos em outro post deste site GUIMAGÜINHAS
CELESTE KRAUSS tem alguns livros ainda inéditos, dentre eles a Coletânea
Como referido também aqui:
dissemos que pretendíamos
Entre essas notas, estão esboços/rascunhos de causos familiares e histórias inventadas/recriadas que Celeste contava aos netos...
com o objetivo de editá-las mais à frente.
Pois bem, hoje estamos lançando o Vol. I da
cujas histórias se baseiam numa brincadeira que Celeste inventou para distrair seus netos gêmeos Léo e Rafa, conforme já contamos aqui:
Vamos lá saber mais sobre esse livro intitulado OS MONSTROS GALÁTICOS, que narra, fazendo uso de ilustrações e quadrinhos, as aventuras dos meninos-guerreiros LÉO e RAFA enfrentando três perigosos monstros vindo das profundezas do Cosmo...
Em frente!
Se eu não estiver mais aqui, o que não pude escrever ou concluir, você termine do meu jeito! Linguagem simples e clara, sem usar aquela “velharia de termos” que você gosta!
(RECADO DA VÓ CELESTE PARA O VÔ GUIMÃO)
Vó Celeste adorava contar histórias e causos pros miúdos da família.
Contadeira, inventeira e encenadeira de histórias e acontecidos — ela nasceu pra fazer isso na sua missão de avó de 8 netos.
Sorte deles que aproveitavam cada pedacinho do tempo desta vó tão dedicada aos miúdos da família KRAUSS/GUIMARÃES.
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Uma noite, nos jardins da Casa Gorda, Celeste sentou-se com os netinhos e seus amigos diante de uma fogueira para contar aventuras da dupla Rafa e Léo, os netos mais velhos. |
Mas a verdade é que Rafa e Léo, desde muito jovenzinhos, sempre foram grandes guerreiros!
(VÓ CELESTE ENCHENDO A BOLA DOS NETOS GÊMEOS)
Heróis japoneses sempre fizeram sucesso na TV Brasileira, desde National Kid e Ultraman nos anos 1980, passando, nos anos 1990, por Jaspion, Jiraiya e Jiban, até os Power Rangers dos anos 2000, esses renovados pela Disney a partir de 2010.
Com armaduras, espadas, pistolas de laser e golpes de lutas marciais, enfrentando monstros ameaçadores que queriam destruir o planeta, os heróis japoneses encantaram as crianças daquelas décadas.
E, claro, em sua época, meus netos gêmeos — Léo e Rafa — pegaram a última geração desses heróis: Os Power Rangers.
Tiveram até mesmo um aniversário com motivos de Power Rangers, que fez muito sucesso à época.
Pois bem, foi daí que surgiram as lutas contra o Monstro da Antena, o T-Rex Atômico e o Robô Galático, histórias inventadas e encenadas por mim, especialmente para Rafa e Léo.
Vamos, pois, ver essas três lutas épicas da Série HISTORINHAS DO MEU POVO MIÚDO.

Léo e Rafa, aniversário de 3 anos
Como sabemos, essas aventuras dos nossos heróis RAFA e LÉO foram encenadas pela Vó Celeste, que confeccionou suas fantasias e a de seus netos e também filmou os eventos.
Desse modo, retiramos frames dos vídeos e ilustramos a parte final do livro.
Elas serviram de inspiração para a criação/narração das histórias.
Confira abaixo uma pequena mostra dos frames:

Rafa, Léo e o Monstro da Antena

O T-Rex Atômico atacando Rafa e Léo

Léo e Rafa preparados para enfrentar o Robô Galático
São três as aventuras vividas pelos guerreiros RAFA e LÉO, quais sejam:
Nesta aventura, o pavoroso MONSTRO DA ANTENA rapta a Vó Celeste, mas seus netos guerreiros entram em campo para derrotar o monstro e salvar sua avó querida.
Um tipo raro de T-Rex que soltava fogo pela boca, e que se tornou conhecido como o T-Rex Atômico, é lançado no Lago Guanabara por um disco-voador, mas nossos heróis, que por sorte estavam em Lambari, enfrentam o monstro que queria destruir nossa cidade.
Na virada de um certo ano novo, um robô voador alienígena — o Robô Galático — surge no topo da Serra das Águas, com a missão de sequestrar pessoas para experiências maléficas em seu planeta controlado por máquinas e inteligências artificiais. Outra vez, nossos guerreiros são chamados a agir para confrontar o terrível robô e salvar não só os lambarienses, mas toda humanidade.

Aqui: https://guimaguinhas.prosaeverso.net/ebook.php?idt=8640586
(*) Mais à frente estaremos lançando o livro impresso. Aguarde!
Ilustração: Caricatura da estação férrea ao lado do Cassino de Águas Virtuosas de Lambari (anos 1909/11)
Na na Série O TREM DE AGUINHAS contamos a história da chegada do trem em Águas Virtuosas de Lambari (março de 1894) até sua derrocada em julho de 1966.
E hoje vamos comentar um sonho de Werneck: construir uma Estação Férrea ao lado do Cassino.
Vamos lá.
Nos planos das obras de remodelação da estância de Águas Virtuosas, idealizados por Américo Werneck nos anos 1910, estava a construção de uma nova gare [estação férrea], como noticiou o jornal O Paiz:

Reprodução: Jornal O Paiz, de 6, set, 1909 (bn.digital.gov.br)

Como entre os planos de Werneck estava a construção, do lado direito do Cassino, do GRANDE HOTEL e do TEATRO, o embarque e desembarque de turistas se faria nas proximidades desses pretendidos edifícios.
Mas, como sabemos, nenhum desses planos foi concluído.
COMO SERIA A ESTAÇÃO FÉRREA AO LADO DO CASSINO?
Com recursos da IA/CoPilot, podemos recriar a imagem do que seria esta gare [estação férrea].
Vejamos, com as obras do Cassino ainda em andamento, como poderia ser essa gare.
Respeitadas as características da época, teríamos uma estaçãozinha no modelo tradicional e uma locomotiva a vapor.
Algo assim:

X

Nesta foto restaurada, aparece um "obra" ao lado do cassino... Que será?

Vejamos agora como ficaria o percurso do trem dentro da área urbana da cidade:

Ilustração: Caricatura feita por IA/CoPilot, com base em foto dos anos 1960, onde aparece, junto ao monumento na descida para a cidade de Aparecida do Norte, da direita para esquerda: Guima, meu avô Zé Batista, meu primo João Batista e o sr. João Caproni (motorista da kombi). [No alto, à direita, as figuras de minhas avós Iracema e Margarida]
Neste Mês DE MAIO — o Mês de Maria, o Dia das Mães (10 de maio 2026), o Dia Internacional da Família de 2026 (15 de maio 2026) —, fizemos palestras em casas espíritas de Lambari e São Lourenço, comentando a missão terrena e espiritual de Maria de Nazaré, Mãe de Jesus, Mãe da Humanidade. (aqui).
E nessas palestras eu tive ocasião de lembrar que a fé das famílias GENTIL LOBO/FERREIRA GUIMARÃES em Maria de Nazaré é uma tradição colhida de minhas avós — uma católica e outra espírita —, ambas devotas de Nossa Senhora (da Conceição) Aparecida.
Iracema Gentil Lobo (tratada por Vó Cema) e Margarida Augusta Guimarães (tratada por Mãe Véia) nasceram, cresceram, se casaram e criaram a família em berço católico, no qual se presta precioso Culto à Mãe de Jesus.
Em minhas memórias de infância (MENINO-SERELEPE) deixei anotadas diversas passagens acerca da fé católica de vó Cema e da fé espírita de minha vó Margarida.
E no livro (ABIGAIL [Mediunidade e redenção]), conto a obsessão espiritual de minha tia Abigail Guimarães, a qual levou minha avó ao Espiritismo e à cura, sob proteção do Padre Vítor, no primeiro centro espírita de Lambari que hoje leva o seu nome: Casa Espírita Francisco de Paula Vítor.

Figura: O menino Guima ao lado dos anjos tutelares de minha presente existência: minhas avós Iraema e Margarida
No MENINO-SERELEPE, conto a história de minha primeira viagem à Aparecida do Norte, de trem, na companhia de minha mãe, minha Vó Cema, mais tia Sara, Tio Tião Vila Nova e seus filhos — Miguel e Maria.

Com vó Margarida (Mãe Véia) e vô Zé Batista (Pai Véio), também fui a Aparecida do Norte, pois que esses, mesmo se tornando espíritas, por toda vida cultivaram grande respeito e admiração por Maria de Nazaré manifestada em Nossa Senhora (da Conceição) Aparecida.

[*] Tradicionalmente se diz APARECIDA DO NORTE para referir à cidade de APARECIDA (SP).
Algumas fotos ilustrativas de minhas passagens por Aparecida em companhia de minhas avós:

Anos 1960 - Famíia Gentil-Lobo em Aparecida do Norte - Vó Cema com filhos, filhas, noras e netos e netas

Recorte da foto acima, com Guima entre Vó Cema e minha mãe Neli

Viagem a Aparecida de kombi. Na foto: Pai Véio e meu primo Dedei (Idelfonso)

À direita: Guima e Pai Véio, no Alto da Serra, na descida para Aparecida do Norte
Sobre minhas avós, vejam também estes posts aqui no site Guimagüinhas:

Aqui: https://guimaguinhas.prosaeverso.net/livros.php#2735
O LIVRO ABIGAIL [Mediunidade e redenção]

Aqui: https://guimaguinhas.prosaeverso.net/livros.php#2736