Guimagüinhas
Memórias familiares e de minha terra natal
Meu Diário
01/03/2025 07h41
RECANTO DOS NETOS (18) - A CASA GORDA (3) - Férias na Casa Gorda

Ilustração: Capa do livro A CASA GORDA - Recanto dos netos - Tomo III — por Celeste Krauss e Antônio Carlos Guimarães — editado por este último. A figura da capa do livro foi elaborada por Canva/Gerador de imagem por IA/Copilot/Microsoft


SUMÁRIO


APRESENTAÇÃO

  Este texto faz parte do livro A CASA GORDA - Recanto dos netos - Tomo III — por Celeste Krauss e Antônio Carlos Guimarães — editado por este último.



 Aqui no SITE GUIMAGÜINHAS, numa série de posts intitulada A CASA GORDA - Recanto dos netos, contamos histórias e acontecidos da FAMÍLIA GUIMARÃES, como a construção da nossa casa nos anos 1980, a origem do nome Casa Gorda — apelido dado pelos netos à nossa residência em Lambari —, lances da vida em família, brincadeiras e travessuras dos netos, etc.


Como moramos fora de Lambari por mais de 30 anos, a Casa Gorda se transformou na casa de férias da família.

Nesse compasso, a Casa Gorda ficou sendo, na prática, a casa dos netos — na qual tem muita comida, guloseimas, brincadeiras, histórias, carinho — e muita, muita diversão!

Pois bem — desse modo, vamos recordando os anos em que os netos foram chegando, crescendo e passando férias na Casa Gorda — e nela deixando suas histórias/memórias: brincadeiras, atividades, passeios, aventuras...

E vai tudo numa linguagem simples, leve, brincalhona — como somos nós os Guimarães: brincalhões, leves e simples...

Agora vem o número 3 da Série: Férias na Casa Gorda

Vamos lá!


OBJETIVO DA COLETÂNEA HISTÓRIAS DA CASA GORDA 

Eis os motivos por que resolvemos compartilhar nossas memórias familiares, especialmente após a partida da nossa Celeste:



Voltar


UMA RENCA DE NETOS


                                           


Voltar


FÉRIAS, FÉRIAS, FÉRIAS...


Como ficou dito, a Casa Gorda é a casa dos netos — e onde passam boa parte de suas férias, feriados, finais de semana prolongados.

Vamos então aqui recordar o que essa renca de crianças fizeram/fazem/farão durante esses períodos de descanso.

Descanso? Sim, descansam da rotina diária, de suas casas, da escola...

E vêm se "cansar" no reencontro com os primos, tios e avós, nas atividades, brincadeiras, jogos, leituras, passeios — um mundo de coisas a que os miúdos têm direito.

Vamos trazer à memória um pouco disso tudo e deixar um registro para que no futuro eles mostrem para os próprios netos a importância da família e da convivência harmoniosa no lar.

Em frente!

Voltar


AS BRINCADEIRAS

Muitas são as brincadeiras, diversos são os brinquedos.

Há brinquedos comprados/ganhados, há brinquedos fabricados, há brinquedos inventados.

Os brinquedos inventados e fabricados vêm da criatividade dos avós. 

Os comprados vêm geralmente da Loja 1,99 ou da Loja da Mirna — e nas férias a turminha lembra a vó Celesta desta "importante tarefa: 

— Leva a gente na Loja da Miiirrrnaaa, vó! 

E isso é dito em alto tom e carregado sotaque mineiro, pra zoar a avó.

E, claro, trazem os presentes que os outros avós sempre dão nas épocas festivas.


 

Mara e Paulão, avós de Isabela e Rafaela===== Janete e Nélson, avós de Maria e Paulinho

 

Miriam e Zé Roberto, avós de Cecília e Guga========Beatriz e Alencar (¶) — avós de Leo e Rafa -  (¶) in memorian                                                                      

Voltar


Armário de brinquedos

Tão logo chegam, os menorezinhos correm ao armário de brinquedos, para ver o que há pra se fazer.

Vó Celeste já tratou de organizar o armário, limpar e higienizar os brinquedos.

E as crianças vão encontrar brinquedos antigos, alguns restaurados, outros faltando peças, mas não importa — criança brinca de qualquer modo.

Bonecas, cozinha infantil, ferramentas de plástico, telefones de brinquedo, carrinhos, fantasias, blocos de montar, massinhas, pião, raquetes, petecas, redes, bomba de ar — e uma bola para cada coisa: futebol, basquete, vôlei, tênis, queimada.

E ainda tem quadro de giz, gizes coloridos, folhas para desenho, lápis de cor, aquarela, pincéis, material para artesanato...


Do armário saem quadro de giz, lápis de cor, chapéus e mais uma montoeira de brinquedos

Cecília já vasculhou o armário de brinquedos, esticou o tapete e começou a brincar


Rafa e a coleção de ursos, cachorros e bonecas

Eita, Paulinho encontrou o baú de brinquedos e se prepara pra cair na piscina

Cecília e Carol brincando no salão

Cecília improvisou uma pescaria na banheirinha das bonecas


  

Quando está frio, as brincadeiras vão para a sala de TV


E memória de criança é fantástica — tempos depois se lembram de velhos brinquedos:

— Vó, cadê tal brinquedo que tava aqui?

Voltar


Ninguém brinca sozinho

O Guga pegou os priminhos e foi brincar também

  

Brincar de torre é bom quando se tem ajuda


Se não tiver amigo, a brincadeira não é tão gostosa. Assim, além dos primos próprios, vêm também os filhos dos primos e amigos da vizinhança. E a turma aumenta: Bruna, Samira, João Marcos, Maria Clara, Gabriel, Juliano... E mais: Helena e Isabela, da família Gozzo, nossos vizinhos.

Desde pequenas, as primas Samira e Bruna estão sempre por perto

Helena e Isabela Gozzo, amigas da vizinhança

Bebela e a prima Samira

Voltar


Jogos de salão

Muitos são os jogos com que a criançada se diverte: War, Quest, Imagem & Ação, Mico, quebra-cabeça. 

Há os que exigem destreza e equilíbrio: Jenga, Mega construções, Pega-varetas. 


  

Bebela se divertindo com o quebra-cabeça


Sempre há um álbum de figurinhas a ser preenchido...


Paulinho e sua coleção de figurinhas da Copa


Ah, tem também os jogos de baralhos para crianças: Quatro Cartas, Rouba montinho, Burrico, Papa-tudo... Esses as crianças aprendem com facilidade e dão show nos avós, pais e tios.


Tia Vivi no comando da jogatina

Se tá frio, vovó acende a lareira e vai contar e ler histórias para as crianças


Brincam ainda de sinuquinha, pebolim, pingue-pongue, futebol de botão...

Tem ainda os videogames, que, conforme o tempo passou, foram se atualizando: Wii Nitendo, Play Station e outros.

Depois vieram os joguinhos on-line, os filmes, os desenhos, seja na TV, no tablet ou no celular.

E a febre do pokemon!


E nóis na rua caçando pokemon com os netos!


Celular/tablet na medida e páginas certas distraem, instruem e divertem as crianças


Desde pequena a Cecília dava suas tacadas

Voltar


O bingo em família

Todos os anos fazemos um bingo em família, para o qual convidamos bisavós, avós, tios e primos das crianças,

É uma festa animada, que dá bons prêmios aos sortudos.

O cantador do bingo é o José, que se veste a caráter e canta as pedras entoando os conhecidos bordões:

  • É o cachorrinho (pedra 5, alusão ao jogo do bicho)
  • Dois patinhos na lagoa (pedra 22)
  • Idade de Cristo (pedra 33)
  • Justiça de Goiás (pedra 38, alusão ao revólver deste calibre)
  • Boa ideia (pedra 51)

Essa tal de Rafaela sempre faturando prêmios no bingo em família

Voltar


Brinquedos inventados

Nem todos os brinquedos são comprados prontos.

Há muita coisa que vó Celeste e vô Guimão produzem: cavalinhos de pau, espadas de cabo de vassoura, banquinhos de madeira, carretilha, lata com linha de pipa, varetas e papagaios, armaduras de monstros e super-heróis, fantasias...

E o primeiro carrinho de todos os netos sempre foi uma caixa de papelão...


    

Rafaela e Paulinho

A aventura de Cecília morro abaixo na caixa de papelão


 

Os melhores esconderijos são as caixas de papelão


  

Quem nunca morou numa casinha de papelão?


Num tem nada mió: um escorrega de papelão no colo da vovó!


  

Iniciando o Paulinho na brincadeira do escorrega

Povinho cresce e não abandona costumes da infância: Leo descendo a ladeira num carrinho de papelão

Voltar


Rafa e Leo e os carros

Rafa e Leo sempre gostaram de carros e tem boas histórias pra contar.

Vamos lá!



Logotipos de automóveis

Quando ainda bem pequenos, entre 2 e 3 anos, decoraram no visual todas as marcas de automóveis.

Morando em Brasília, incluindo carros importados, chegaram a decorar duas dezenas de marcas só olhando o logotipo.

Ilustração. Montagem. Reprodução/autoesporte

Os gêmeos, sempre disputando, corriam ao ver um carro para falar bem alto: 

— Toyota, Fiat, Bugatti, Ford, Ferrari, Renault, Chevrolet, Volks, Jeep, Mercedes...


Dirigindo na quadra

Tinham Leorafa uns 3 para 4 anos e queriam por toda a lei dirigir o carro do vovô.

Celeste explicava que não podia, que era perigoso, que a polícia podia prender o vovô, mas não havia meio: 

— A gente quer dirigir, vovó! — disseram bem alto, pois quando interessava um apoiava o outro.

E vovô disse: — Tá bem, vamos dirigir!

— Tá loco, Guima! Num faz isso! — vovó falou apavorada.

Vovô subiu com os meninos para a quadra, onde estava estacionado seu carro, e Celeste subiu atrás: — Guima, não faz isso!

Então vovô botou os meninos no banco da frente, e disse: — Primeiro o Leo dirige, depois o Rafa. Tá bem? ... sem brigas!

E os avós foram empurrando o carro e orientando o motorista da vez  — Vira pra cá, vira pra lá... Pisa no freio! Olha o muro! Freia! Vamos dar ré!

E durante muitas férias Leo e Rafa dirigiram o carro do vovô, dando voltas e voltas na quadra da Casa Gorda.


Em Brasília, sempre levávamos Rafa e Leo no kartódromo


Num deixa trapacear, vovô! 

Durante algum tempo, nas férias e feriados, Flávia e os gêmeos vinham de avião de Brasília até Belo Horizonte, onde morávamos eu e Celeste. E daí levávamos os gêmeos de automóvel até Lambari.

Eram dois meninozinhos ativos, que disputavam tudo um com o outro. Coisas de irmãos gêmeos. E Flávia se virava, no banco de trás, para agradar os dois ao mesmo tempo: abria uma sacola de brinquedos, com bolas de soprar, bandeirinhas, apitos, pirulitos, enfim, uma parafernália, para distraí-los durante a viagem. E assim era, na ida e na volta!

Pois bem, então Celeste primeiro inventou que o vovô iria disputar uma corrida com os outros carros! Ah, disputa era com eles mesmos! 

E, assim, a cada carro que o vovô naturalmente ultrapassava, vovó dizia: — Passamos mais um, Rafaleo! E os meninos vibravam!

E assim íamos, durante boa parte da viagem, eles vigiando os demais pilotos da pista de corrida...

E quando surgia um carro mais veloz, eles gritavam — Num deixa trapacear, vovô! Num deixa trapacear!!!

Mas se qualquer carro ultrapassava o vovô, era certo: — Esse tá discassificado, vovô!

E assim correu o tempo e o vovô nunca perdeu uma corrida BH-Lambari <> Lambari-BH...


Caminhão rosso, vovó?!

A história da corrida BH-Lambari <> Lambari-BH funcionou durante certo tempo. Depois Flávia e Celeste foram inventando outros meios de distrair os meninos.

Aí foi que Celeste criou outra disputa: 

— Rafaleo, quem enxergar primeiro um caminhão verde, ganha!

Pronto, eles corriam às janelas do carro à procura de caminhões verdes!

E a Celeste ia mudando as cores: — Agora um caminhão amarelo! 

E outro, este bastante raro: — Agora um caminhão roxo!

— Rosso, vovó?! — disse o Rafa.

Durante muito tempo reclamaram que o tal caminhão rosso era difícil, mas isso os mantinha atentos por um bom trecho de estrada...


Pode dar ré!!!

Nas viagens de Lambari a Belo Horizonte, quando se cansavam, Leo e Rafa dormiam um pouquinho, mas logo acordavam a mil por hora, presos nas cadeirinhas...

Assim, até chegar à Serra de Itaguara era dureza, e a gente inventando coisas para distraí-los!

Numa dessas subidas/descidas da serra, Leo e Rafa dispararam a chorar e não havia meio de pararem! Depois de algum tempo, o Leo parou, mas o Rafa continuou na choradeira... Era cansaço, calor, sono — como acontece com crianças em viagens demoradas.

Aí o vô Guimão viu um caminhãozinho carregado de abacaxis e, de pronto, inventou uma musiquinha:

— Caminhão subiu a serra, pra comprar abacaxi! Tio Miguel comeu tudo, e fez muito xixi!!!

E assim fomos repetindo o bordão, até chegar à Avenida Amazonas, com os meninos mais calmos, acompanhando a cantoria.

Fim de semana, avenida lotada, milhares de carros, e, ao passar em frente de um posto, Celeste fala:

— Olha, Rafaleo! Uma escavadeira! 

Rafaleo pularam às janelas — um na direita e outro na esquerda — à cata da tal escavadeira!

Então, Rafa gritou: — Eu vi, vovó! Olha lá! Olha lá!...

Num repente, o Leo, que estava na janela oposta, gritou! 

— Cadê? Cadê? Eu não vi, vó! Eu não vi! 

E, muito bravo, rematou — Pode dar ré!!! Pode dar ré!!!

E eu na Avenida Amazonas transbordando de veículos, 5 horas da tarde, cansado, doido pra tomar um banho, pensando se dava ré ou acabava de chegar em casa pra ver o jogo do Botafogo!

Voltar


Monstros siderais

Outro brinquedo inventado pela vó Celeste é a luta contra os monstros siderais.

Ela fabrica fantasias para si e para os netos, e eles se batem em lutas épicas, geralmente vencidas pelos pequenos heróis.

Os materiais: papelão coberto de folha prateada vira armadura e capacete. CDs velhos: equipamentos. Meias de pano recheadas de papel: granadas. Tampas de panela: escudos...


Vó Celeste se fantasia de monstro para lutar com os netos

Veja este post: RECANTO DOS NETOS (4) Léo e Rafa contra o Monstro da antena

Rafa bate os escudos para assustar o monstro sideral


Rafa e Leo combatem o pavoroso monstro da antena

Voltar


ESPORTES

Uma pequena quadra (8m x 10m) de cimento, com iluminação, possibilita uma série de atividades para as crianças: peteca, futebol, vôlei, basquete, frescobol, ginástica.

E também: guerra de mamonas, batalha de bombas d'água, pique, altinho.


Imagem gerada por IA/Copilot/Microsoft

Que tal um frescobol na quadra da Casa Gorda?


   

A quadra ao entardecer, com as lâmpadas ligadas


Nem tiraram o pijama e já querem jogar bola


Vovó ensinando ginástica para Cecília, Maria e Paulinho


Cecília não participa da guerra de mamonas, mas usa um chapéu típico

Voltar


Vôlei

Foi na quadra da Casa Gorda que Isabela tomou gosto pelo volei

E atualmente joga no São Lourenço Voleibol

Voltar


Futebol

Paulinho está sempre na quadra jogando futebol

Voltar


Basquete

Adultos e crianças se divertem na quadra:

Os irmãos disputam uma dupla de basquete: Jô, Carlo, Guiminha e Alan

Bem, por enquanto, Rafa e Paulinho vão de cesta um pouco mais baixa

Voltar


E O CALORÃODE LAMBARI?

Pois é, Lambari terra de extremos: ou tá muito frio, ou tá muito calor.

No calorão, as crianças saltam da piscina para banheira — e dessas para o banho de mangueira e a batalha de bombas d'água.

E desse modo gastam parte da inesgotável energia, se refrescam e divertem a valer.

Confira:


Piscina

Calor e piscina! É tudo que a criançada gosta.


     

Voltar


Banheira

Em razão do frio intenso de Lambari e o fato de a piscina não ser aquecida, 5 anos atrás resolvemos investir numa banheira de hidromassagem.

E acertamos em cheio, pois a criançada adorou a ideia!


     

Voltar


Banhos improvisados

Bem, com casa cheia de gente e de crianças, às vezes, vó Celeste improvisa o banho.

Se a criança dormiu: dá-lhe um banho de toalhinha!

Se está quase dormindo, dá-lhe banho de um minuto!

Seja na pia, seja no balde — sempre pode se refrescar uma criança...

Bem, os marmanjos se viram com o chuveirão da varanda externa!


Rafa e Paulinho se refrescando na pia

O banho da Cecília hoje é no balde

José se refresca no chuveirão da área externa

Voltar


Banho de mangueira

Imagem gerada por IA/Copilot/Microsoft


Umas das delícias da Casa Gorda é o banho de mangueira.

Desse ninguém escapa:


   

Voltar


Batalha de bombas d'água

Ah, isso é divertido demais, pois envolve guerra e água refrescante.

Vejam só:


  

Leo e Rafa, Isabela e Maria e as primas em batalha de bombas d'água.  

  

Cecília e Carol iniciam Guga na brincadeira

Voltar


Sauna

Em ocasiões especiais, vovó libera a sauna pra criançada.

Mas é preciso que tenha adultos a tomar conta...


Voltar


AJUDANDO A VÓ CELESTA

Imagem gerada por IA/Copilot/Microsoft


Mas os netos também ajudam a vó Celesta.

Seja aguando as flores, seja cuidando do jardim e da hortinha, seja na montagem do artesanato, seja nas compras, seja arrumando armário de brinquedos, seja "organizando" o armário de mantimentos, seja fazendo massagem nos pés ou maquiando, ou, ainda, arrumando lindamente seus cabelos...

Em todas essas atividades, vamos encontrar as crianças dando sua contribuição à manutenção da casa.

Vejam:


  

Rafinha vai ao supermercado ajudar nas compras — e quer um carrinho só pra ela...

Rafaela ajuda a vovó na confecção de pulseiras

   

Desde pequenos, vó Celesta ensinou Rafa, Cecília e Paulinho a aguar as plantas da casa

 

Cecília e Rafa ajudando a plantar um pé de pitanga

Olha o Guga organizando os mantimentos da vó Celesta

Rafaela aprendeu com sua mãe a fazer massagem nos pés

— Não ficou lindo seu cabelo, vovó? —  Cecília pergunta

Voltar


REFERÊNCIAS

  • Fotos: Acervo da família Salles Krauss/Lobo Guimarães
  • Texto: Celeste Krauss e Antônio Carlos Guimarães
  • Instagran. Paula Regina Gozzo

Voltar


SÉRIE RECANTO DOS NETOS

Confira os posts já publicados:

  1. Netos e livros

  2. Netos musicais

  3. Coitado do Lobo Mau

  4. A Casa Gorda

  5. O monstro da antena

  6. As profissões de Maria

  7. Cecília chegou!

  8. Os gols do Paulinho

  9. O vocabulário da Rafa

  10. Desenhos, leituras e contação de histórias

  11. Histórias assustadoras da Vó Celeste

  12. Ano Novo na Casa Gorda/Shangrilá

  13. Chuva feia na Casa Gorda

  14. Um "estranho animal" visita a Casa Gorda

  15. Vai morar com os "arrenígenas"...

  16. A casa de bonecas

  17. Coletânea Histórias da Casa Gorda

  18. Celeste, eu vou me casar com você!

  19. Cinema CASA GORDA - Sala CELESTE KRAUSS


  • Aqui, posts da Série Recanto dos netos ►►►
  1. CASA GORDA (1) - Recanto dos netos

  2. CASA GORDA (1) - A comilança

  3. CASA GORDA (2) - Ler, contar e escrever histórias

  4. CASA GORDA (2) - Histórias "assustadoras" da Vó Celeste

  5. CASA GORDA (3) - Férias na Casa Gorda (1)

  6. CASA GORDA (4) - Mais férias na Casa Gorda

  7. CASA GORDA (5) - Passeios nas férias (1) Parque das Águas

  8. CASA GORDA (6) - Passeios nas férias (2) Parque Novo, Volta do Lago, Alto do Cruzeiro

  9. CASA GORDA (7) - Passeios nas férias (3) Horto Florestal, Chalezinho do Serrote, Pesqueiros

  10. CASA GORDA (8) - Passeios nas férias (4) O Centro Histórico da Cidade

  11. CASA GORDA (9) - Datas festivas: Natal, Ano Novo, Aniversários

  12. CASA GORDA (10) - Vó Celesta e os fogos de artifício

​​​


Confira os áudios vinculados aos posts:

  1. (12) Chuva feia na Casa Gorda (1)
  2. (12) Chuva feia na Casa Gorda (2)
  3. (12) Chuva feia na Casa Gorda (3)
  4. (13) Um "estranho animal" (1)
  5. (13) Um "estranho animal" (2)

Voltar


 


 

Publicado por Guimaguinhas
em 01/03/2025 às 07h41

Espaço Francisco de Paula Vítor (Padre Vítor)

 

Aprendizado Espírita Net

 

 

PEQUENA HISTÓRIA DO ÁGUAS VIRTUOSAS FUTEBOL C... R$ 84,74
HISTORINHAS DO MEU POVO MIÚDO R$ 0,00
DONA MATHILDE - Uma médium curadora R$ 59,80
PEQUENA HISTÓRIA DE ÁGUAS VIRTUOSAS DE LAMBAR... R$ 86,87
A FACE DESCONHECIDA DA MEDIUNIDADE - A sensib... R$ 29,78
A Guerra das Espingardinhas R$ 35,19
LIVROS/E-BOOKS DO AUTOR NA UICLAP E AMAZON/KI... R$ 1,00
As Águas Virtuosas de Lambari e a devoção a N... R$ 22,87
Os Curadores do Senhor R$ 36,40
Abigail [Mediunidade e redenção] R$ 33,55
Menino-Serelepe R$ 41,35
Site do Escritor criado por Recanto das Letras

Formas de interação com o site GUIMAGUINHAS

- Contato com o site - clique o link e envie sua mensagem: http://www.guimaguinhas.prosaeverso.net/contato.php

- Contato com o autor - envie mensagem para este e-mail: historiasdeaguinhas@gmail.com

- Postar comentários sobre textos do site - utilize esta ferramenta que está ao pé do texto: Comentar/Ver comentários 

- Enviar textos: utilize acima: